segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Passe de Mágica

- 21ª Atividade
- Notas para celular

Imagine deixar sua motocicleta estacionada na frente de sua casa e, transcorridos um prazo de no máximo 10 minutos, perceber que ela já não está mais localizada no mesmo lugar. Como numa mágica, ela simplesmente sumiu, evaporou. O furto ocorreu em frente a uma residência no bairro Hidráulica, em Rio Grande, por volta da 1h da madrugada de sábado, 24. A vítima registrou a ocorrência do roubo da moto – uma Honda Biz prata, placa IMY 7907 – à 1h26min na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento.

Olha a Faca!!!

- 21ª postagem
- Notas para celular

Ocorreu em Rio Grande na madrugada de sábado, 24, por volta das 2h10min: apresentando um comportamento estranho, um ciclista ao notar a aproximação de um dos carros de patrulhamento da Brigada Militar livrou-se de algum objeto. Ao abordarem o rapaz, este tentou sustentar que o objeto se tratava de uma faca. Uma faca? Ao procurar a peça, a Brigada Militar constatou se tratar de um revólver calibre 32, com munição e cartucho intactos. Ao ser indiciado, o rapaz afirmou ter comprado o revólver de um homem, vulgo Xuxa. Os dois indivíduos residem no bairro Getúlio Vargas.

Homem é enterrado morto no Cassino

- 21ª postagem

A Polícia Civil do Rio Grande investiga um crime descoberto na tarde de sábado, 24. Através de uma denúncia anônima, o corpo do funcionário público aposentado Jair Simões de Sá, 48 anos, foi encontrado enterrado na praia com três tiros na cabeça, mãos e pescoço amarrados e o rosto encoberto por sua própria camiseta. Ainda na manhã de sábado, já havia sido encontrado o carro da vítima, abandonado a cinco quilômetros do local onde o corpo estava. Leia mais.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

E como estará o tempo amanhã?! Pergunte a ela...

Repórter e garota do tempo da RBS TV, Paula Valdez participa de perguntas e respostas de estudantes da Ecos/UCPel

- 20ª ATIVIDADE



O que era para ser desenvolvido como uma conferência – pois foi anunciado como tal - tornou-se um debate de perguntas e respostas entre estudantes da Escola de Comunicação Social da Universidade Católica de Pelotas (Ecos/UCPel) e a jornalista Paula Valdez. Mesmo sem ter a confessada desenvoltura de uma palestrante, a garota do tempo da programação da RBS TV, respondeu a todas perguntas dos aproximados 60 acadêmicos presentes do curso de Comunicação.

O encontro – ocasionado pelo resultado prático do trabalho da disicplina de Projeto Experimental de três estudantes da Ecos, entre eles, Thiago Gonçalves, Vinícius Peraça e Marcelo Souto, sob a orientação do professor Sadi Sapper - transcorreu às 19h de segunda-feira, 12 de novembro, no auditório do Campus 2 da UCPel.

Entre alguns dos temas que pautaram o evento, o corrido dia-a-dia em uma redação de uma grande instituição e o porquê que não pode existir tempo ruim para um jornalista. Ainda sobre este assunto, Paula relatou que sua prioridade no momento é com a profissão, e que ela está à frente de relacionamentos e até mesmo da família. Na oportunidade Paula esclareceu algumas dúvidas dos acadêmicos que temem "encarar o mercado de trabalho". Também foram abordados pela jornalista assuntos como a importância de se estar bem informado, e que o bom jornalismo é o factual, ou seja, tudo aquilo que está ocorrendo no presente.

Diferencial e cobranças

Questionada sobre eventuais comparações com o ex-reponsável pela previsão do tempo da RBS e atual Deputado Estadual do Partido dos Democratas, o jornalista Paulo Borges, a jornalista, sorrindo, respondeu aos estudantes: "Não irei me candidatar". Em seguida, Paula afirmou que sua preocupação desde o início foi em criar um diferencial para a informação repassada, oferecendo ao público um lado mais jornalístico. “Ele era mais brincalhão, e acredito ter assumido um lado mais sério da previsão, explicando os porquês dos acontecimentos. Busco fazer reportagens e misturar informação e jornalismo na meteorologia”, completa.

Ainda durante o encontro a jornalista afirmou que a maior parte das cobranças dos acertos ou erros de suas previsões sobre o tempo vem da própria emissora e não por parte dos telespectadores. “Quando dá errado tento explicar aos telespectadores o motivo e o porque que ocorreu a mudança da temperatura”, justifica.


“Moça do Tempo”

Além de projetar a previsão meteorológica nos noticiários da RBS, desde o ano 2000, Paula Valdez – formada em jornalismo pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) - já trabalhou em jornais impressos e em uma agência de notícias em São Paulo. Na emissora começou como produtora de reportagens locais e por um ano e meio integrou a equipe do jornal matutino, Bom Dia Rio Grande, ocupando o cargo de editora.

"Antes eu queria ser como a Louis Laine - fazer justiça com as próprias mãos através do jornalismo impresso. Caí na televisão de pára-quedas", relatou por fim a jornalista.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Teorias do jornalismo e Jornalismo Online

19ª ATIVIDADE

A) Escolha uma matéria de Jornal On Line

>> Matéria
Vestido de Homem Aranha, Menino de 5 anos salva bebê em incêndio em SC






1 - Identifique as forças presentes e analise quais são as mais relevantes;


N = f (Fp . Fso . Fseo . Fi . Fc . Fh . Fmf . Fdt)
Teoria das Forças - Jorge Pedro Souza

Fp = Força pessoal
Mesmo não sendo nenhuma personalidade, o impacto e a força da notícia estão no fato inédito de um menino – com 5 anos - se auto-intitular super-herói, e guiado por sua fantasia, salvar uma outra criança, sem “temer” o perigo em que se encontrava.

Caso a ação tivesse sido realizada normalmente por um bombeiro ou um outro adulto/vizinho, com certeza ela não teria a mesma repercussão, pois casos como uma casa em chamas com pessoas e até mesmo crianças dentro, ocorrem todos os dias.

Fso = Força social e Fseo = Força social extra organizacional

Esta força diretamente ligada ao caráter da ação nobre do garoto, que não mediu o perigo e arriscou a sua vinda para salvar uma outra pessoa.

Fi = Força ideológica e Fc = Força cultural
Quem – enquanto criança e alguns até mesmo após esta fase – nunca teve um sonho de um dia salvar a humanidade? O que seria do cinema se o tempo todo não fosse propagar esta idéia ao separar todos entre mocinhos e bandidos?

Para alguns, a criança – mesmo com a intenção – foi um super-herói. Outros, talvez os especialistas, dirão que a criança cometeu um ato ingênuo, inconseqüente e impulsivo e que seus responsáveis deveriam evitar tal atitude. Ou seja, a notícia veiculado gera discussão e levanta questionamentos.

Enfim, a força cultural e o caráter ideológico presentes nesta notícia são as forças que mais contaram para que fosse realizada a sua veiculação.

Fh = Força Histórica

Como antes nunca se soube de um caso similar a este, ou seja, por ter uma caráter histórico inédito, sem registros, esta força também contribuiu para a repercussão da atitude corajosa do menino.

Fmf = Força meio físico e Fdt = Força dispositivos
A notícia veiculada no portal G1 foi discaradamente copiada da televisão. E eles revelam isso logo abaixo do texto: (“Com informações da TV RBS e do Jornal Nacional”). Na matéria é possível ver o vídeo veiculado no Jornal Nacional.

Um fato com um número de forças relevantes, mais ele ganhará repercussão, e isso vale para qualquer mídia. Na web, um fato com forças importantes, adquiri um número maior de dispositivos que permitirá que o leitor se sensibilize, compreenda e acompanhe melhor o fato.

2 - Analise a matéria escolhida do ponto de vista da análise do discurso jornalístico;

>> Testemunhal – para construir a realidade do acontecimento, o texto escrito – em cima de informações da RBSTV e do Jornal Nacional - apresentou os seus personagens: o incêndio, o menino herói, a mãe da criança quase atingida pelas chamas e o bombeiro atrasado que presenciou o fato somente depois que ele ocorreu ---> mas que na matéria escrita parece que ele estava presente na hora em que o menino decidiu socorrer a criança – e se isso fosse verdade nada mais comprovaria do que a incompetência e irresponsabilidade de um profissional:

“Segundo os bombeiros, Riquelme gritou que era o homem-aranha, entrou correndo na casa, pegou Andrielle e conseguiu levá-la para fora antes que o berço onde estava fosse atingido pelas chamas”.


Enfim, o texto – mal redigido – tenta oferecer o fato tal qual ele ocorreu, apresentando suas fontes e narrando cada instante do que ocorreu.

>> Confirmação da aliança social e VigilânciaO reforço da idéia do compromisso de um veículo de comunicação em repassar à sociedade um fato histórico, de caráter inédito, sobre um fato exatamente como ele ocorreu.

>> Desenho do espaço socialO incêndio em uma casa com uma criança presente na parte interna, é um fato que ocorre eventualmente, e se esta menina fosse salva – ou não – por qualquer outra pessoa a repercussão do fato seria quanto muito numa mídia convencional da cidade em que o fato ocorreu.

Porém, a “coragem” e o “impulso” de uma criança, que por alguns instantes acreditou que era um super-herói fez com que o Brasil inteiro soubesse que existe uma cidade em Santa Catarina, chamada Palmeira, e que nela um menino salvou uma criança. Ou seja, a mídia desenhou um espaço social, com as informações que bem quis.

Perguntas importantes, como: o que a mãe estava fazendo que não conseguiu salvar a sua filha das chamas do incêndio? A criança de um ano e dez meses estava sozinha em casa? Não foram esclarecidas.


3- Há presença das Fait Divers? Quais?

O fato por si só passa emoção, comoção. Não teria nenhuma outra forma de explorar e repercutir o fato sem torná-lo sensacionalista = um bebê dentro de uma casa em chamas salvo por um garoto de apenas 5 anos que se auto-intitulou ser um super-herói.

"Ele disse que não era para eu gritar e chorar que ele iria salvar a menina", disse a mãe do bebê, Lucilene dos Santos.

Outras considerações:
- Como é um fato de caráter inovador, não há coincidência por repetição.
- A causa esperada estaria no fato se a criança fosse salva por uma adulto normal, não numa criança. Não é uma causa óbvia, mas ela é perturbadora, porque faz as pessoas se perguntarem: “como é possível um menino de cinco anos achar que é super-herói e salvar uma criança?”
- A notícia também não apresenta antítese na construção da notícia.


4 - Pode-se dizer que a matéria enquadra-se em um modelo de Newsmaking ou Gatekeeper?

Com certeza. O fato ocorreu em Santa Catarina e foi coberto e registrado pela RBS TV, que por sua vez a repassou para a TV Globo, que além de veicular em seu maior programa jornalístico alimentou a sua rede na internet. Ao cair na internet, outras sites resolveram fazer a cobertura do fato e propagar o acontecimento.


B) A partir do seu ponto de vista discuta uma das teorias do jornalismo vistas e sua aplicação para o JOL.

** Agenda Setting (Lipmann/Newman)

Não vejo nada de errado com o fato de a mídia manipular e dizer para a sua sociedade o que ela tem e deve discutir. Esta manipulação e imposição de informações da mídia é aceita pela sociedade, pois esta não questiona, não interfere no processo – apenas se guia, segue os assuntos impostos. Dificilmente a sociedade pede mais informações de um fato que passou, ou questiona o que está sendo “batido” ao mesmo tempo por todos os veículos de comunicação.

E convenhamos, o que seria da vida em sociedade se não fossem os veículos oferecendo (e não impondo) o que deve ser notícia? Será que não seria apenas o mesmo papo de sempre: “Bom dia, será que chove hoje?”.


Quanto da aplicação da Agenda Setting – a agenda Programada - no Jornalismo Online, podemos dizer que este é o meio em que ela mais tem força e propagação. E isto acontece desde o surgimento da web. O jornalismo online sempre se pauta pela mídia convencional (como podemos ver nas observações acima, da atividade anterior) e quanto este meio apresenta um assunto/notícia com força e em destaque, a mídia convencional também se programa por ele.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

7ª Gincana da Propaganda:

Carolina e Samantha percorrem caminho e encontram a saída do labirinto

Estudantes do 4º semestre de PP da Ecos/UCPel vencem na categoria Junior e aguardam principal prêmio

- Opinativa / 17ª Atividade (+)
- Podcast / 18ª Atividade




Depois de entrarem com tudo no labirinto proposto pela 7ª Gincana da Propaganda, além de descobrirem a saída, as acadêmicas do 4º semestre de Publicidade e Propaganda, da Escola de Comunicação Social da Universidade Católica de Pelotas (Ecos/UCPel), Carolina Brum e Samantha Lazarotto construíram o seu caminho, conforme pedia o slogan da gincana.

As duas foram às vencedoras da categoria Junior, e foram contempladas com um certificado pelo primeiro lugar e um troféu. Mas o principal prêmio ainda terá uma data especial para ser estabelecida: uma viagem paga para um curso na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em Porto Alegre.






Neste “último” postcad da cobertura da 7ª Gincana, vamos acompanhar a entrevista com Carolina Brum e saber como foi à criação de sua campanha, que além de sugerir um novo logotipo para a Ecos - como é possível ver na imagem acima – planejou e narrou um spot (comercial para o rádio e/ou som utilizado para ilustrar imagens na televisão). Ah! Quer conferir o spot? Ele também está nesta edição, logo após a entrevista de Carolina.



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segunda-feira, 22 de outubro de 2007

O combate entre idéias cumpre com o propósito da 7ª Gincana da Propaganda

Após três anos sem edição, evento reuniu trabalhos de 58 acadêmicos da UCPel

- matéria informativa
- 17ª Atividade




Com a proposta bem definida - “Entre nesse labirinto e descubra a saída” – foi o momento para que os 58 estudantes inscritos na 7ª Gincana da Propaganda preparassem as suas idéias e começassem o desafio através da criação de uma campanha publicitária. Tendo por finalidade oportunizar uma reflexão entre os estudantes da área sobre o seu papel como futuros profissionais da área, o evento – que não era realizado desde 2004 e ocorreu entre os dias 11 e 19 de outubro – foi uma iniciativa e retomada das estudantes do curso de Comunicação Social em Publicidade e Propaganda da Universidade Católica de Pelotas, Cadija Souza e Marta Antunez, para a disciplina de Projetos Experimentais 2.

O objetivo das duas estudantes foi estampado na divulgação impressa do evento: promover uma experimentação da técnica publicitária, em uma experiência real de mercado. Além de promover o desenvolvimento da comunicação o grande compromisso dos participantes foi executar estratégias para os clientes, de acordo com necessidades de comunicação específicas. Mas não foi só a mídia impressa que as futuras publicitárias, Cadija e Marta, procuraram para propagar a marca e os ideais do evento, como é possível observar na matéria da repórter Gabriela Zago. Adesivos espalhados pelo espaço físico do Campus 2 da UCPel, perfil e também comunidade no Orkut, foram algumas das estratégias utilizadas pelas acadêmicas.


Os estudantes tiveram prazo final para a entrega dos trabalhos no dia 17 de outubro. No dia 19 os vencedores foram premiados em duas categorias: Máster – estudantes que estão cursando ou já cursaram a disciplina de redação publicitária I - e Junior (para aqueles que ainda não cursam a disciplina). Em cada categoria os estudantes podiam se inscrever de forma individual ou em dupla. Acadêmicos do curso de Design Gráfico da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) também foram convidados a participar do evento.

O desafio
Completando no próximo ano seus 50 anos de atividades, a proposta para a categoria Junior foi o de planejar um novo logotipo e a criação de um spot (comercial para o rádio e/ou para ilustrar imagens na televisão) para a Escola de Comunicação Social da UCPel. O prêmio para o vencedor – ou, no caso de dupla, os vencedores – será um certificado, troféu e uma viagem paga para um Curso na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de Porto Alegre.
Já para os Másteres, o compromisso lançado foi o de estruturar uma campanha para o lançamento da linha de refrigerante Guaraná da marca Sarandi. Como prêmio, além do certificado e um troféu, um estágio na agência de publicidade Martins + Andrade. No caso de duplas, o período de estágio na empresa será dividido por etapas. A agência é representante da marca Sarandi, em Porto Alegre/RS.

A avaliação
Para estabelecer critérios entre os trabalhos, o júri foi composto por cinco profissionais do mercado publicitário pelotense, que não possuíssem nenhum tipo de vínculo com a UCPel. A avaliação cumpriu com os seguintes critérios: adequação ao briefing, estratégia, criatividade, eficácia na comunicação da mensagem e apresentação. Se houvesse empate, os critérios adotados seriam: a média e a freqüência dos alunos durante as aulas na Universidade.

Em Compensação...
Mas, mesmo aqueles que não foram premiados tiveram a oportunidade de participar do debate 'Sobreposição’, realizado logo após a premiação, também no dia 19, no saguão do Campus II. Na ocasião, foi aberta uma discussão aos profissionais, alunos e professores das áreas de design e da publicidade com o objetivo de traçar semelhanças e diferenças destas duas áreas com atuações peculiares. Sobreposição integra o projeto experimental da acadêmica Patrícia Damasceno.


A 7ª Gincana da Propaganda é promovida pela Escola de Comunicação Social da Universidade Católica de Pelotas (Ecos/UCPel) em parceria com Outra Comunicação, Mais Propaganda, Insight, Idéia Comunicação, e conta com o patrocínio do Posto Cidadão Capaz e o apoio da ESPM, Pizzaria Nella Pietra, Seriarte, Agente UCPel e Express.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

O que será do amanhã?! O que será, que será?

Futuro




De acordo com a atual liberação do pólo da emissão das informações, ou seja, o receptor passa a usufruir do papel de emissor, tornando-se gestor e propagador da informação, creio que o futuro do jornalismo - e, evidentemente, do jornalista - estará cada vez mais nas mãos dos cidadãos. Estes atuarão com mais força no papel de fiscalizadores e contribuintes do material produzido pelos veículos de comunicação e assumirão significativa notoriedade, dependendo da proporção e repercussão de suas idéias. Mas, pensar no fim do jornalismo, ou na substituição de profissionais por contribuintes e abastecedores de informação é apostar numa visão apocalíptica da profissão frente ao atual cenário tecnológico promissor.

Explico-me. Quem vive e exerce a profissão está ciente de que quando se produz um material investigativo, ele adquire muito mais o valor de credibilidade ao estar fundamentado na visão de especialistas para discorrerem sobre os temas que compõe os fatos. Analisando, de uma forma simplista, as principais atribuições de um jornalista, devem ser – e a sociedade espera que assim sejam – imparcialidade, seletividade, ser dinâmico, consultor de fontes e de materiais, reprodutor da realidade, expondo todos os lados que configuram o fato. E tudo isso para que seu público, ao ter contato com a sua produção, construa as suas próprias conclusões, através da confiança depositada ao trabalho realizado.

Das informações geradas por cidadãos leitores e pessoas comuns, em sua maioria, elas são diretas, posicionadas sobre um determinado problema e embasadas em suas cargas de experiências/vivências, podendo ou não estar comprometida com a verdade/realidade, podendo ou não, estar creditada a fontes ou com os principais envolvidos ao fato.

Definições estas que sempre estarão claras e presentes na consciência daqueles que procurarem por uma informação, aonde quer que ela se encontre. Sendo assim, o cidadão e receptor comum vai procurar saber o que o blogueiro está reproduzindo sobre um determinado fato, mas também como ele estará repercutindo no jornal ou mídia de sua preferência.















Entre outras palavras, sempre haverá espaço e públicos para os dois tipos de veiculação e reprodução da notícia.

É o que, em termos de aproximação, acontece com as tevês comunitárias ou os veículos ditos alternativos. Por serem regionais e possuírem caráter mais próximo do seu tipo de sociedade, elas são em sua maioria realizadas por pessoas que não possuem nenhum tipo de formação, porém mesmo assim chamam atraem o público. Público este que não deixa de assistir e acompanhar a informação em um veículo jornalístico como o Jornal do Almoço, por exemplo.

Outros motivos






Por mais que o receptor emissor possa se manifestar, fiscalizar e dirigir a sua própria informação através da web, o sistema capitalista jamais contribuirá para que elas abandonem as suas próprias profissões e passem a assumir o papel do jornalista, que é o de checar e se envolver diretamente com os fatos que compõe a realidade, para depois publicá-los. Pois para isso, perde-se tempo, dinheiro.

E aqueles que ainda assim se dedicarem e proporem-se a realizar um trabalho de cunho jornalístico, se não ganharem destaque ao serem convidados a integrar os veículos de comunicação, ganharão quanto muito notoriedade e um número amplo de leitores/visitantes, podendo ainda servirem de fontes de consulta – com determinados grau e juízos de valor - aos profissionais da área.

Entre outras palavras, o emissor comum oferece uma nova leitura à informação, contribuindo para que profissionais aprofundem ainda mais os seus conhecimentos, refletindo isso em sua produção.

Concordo, em excelência, com a teoria que prega que os jornalistas exerceram o papel de arquitetos e organizadores das informações geradas na web ou por qualquer outra mídia. Porém, isso não é nenhuma novidade para aqueles que já atuam na área hoje, pois esta premissa já é uma exigência do mercado e vem há algum tempo sendo executada - com mais ou menos intensidade - por estes profissionais.

O que vejo com o amadurecimento e a transparência da informação em “postcad” na web, exposta pelos usuários comuns através de blogs e tantas outras ferramentas de colaboração GRATUITAS, não é uma interferência ou um rompimento ao trabalho jornalístico e sim uma influência e contribuição ao (re)nascimento de uma verdadeira opinião pública, por anos explorada pela mídia de forma tão utópica e sem valor.

A exemplo, podemos analisar o que ocorreu no início do mês de outubro com o apresentador Luciano Huck, que após ser assaltado publicou um desabafo em forma de um artigo veiculado em um jornal, sobre a insegurança vivida pelos cidadãos no país. Duramente criticado pelos leitores através de cartas aos jornais, fóruns e blogs exibidos na web, a repercussão das críticas foi tão rápida e tamanha que, uma semana depois - mais uma vez - o apresentador voltaria a ser contemplado com um espaço relevante – nas páginas amarelas da Revista Veja - para falar sobre as críticas sofridas e a sua visão da insegurança no país.

O que rendeu a entrevista amarela da Veja?!Fora outras centenas de comentários via web, absolutamente, nada. Ao ser questionado pela revista o que deveria ser mudado para aperfeiçoar a segurança o apresentador preferiu abster-se: “não sou indicado para falar sobre o assunto”. Mesmo assim, a repercussão de uma suposta opinião pública rendeu três páginas na revista.


Em suma

Por mais que sejam crescentes e ascendentes as ferramentas participativas, de gestão da informação, elas estarão integradas a um segmento do jornalismo, como tantos outros, em que o emissor comum influente e notório em suas deduções será contribuinte e elemento para a produção de informação. O “Webjornalismo Participativo” – ou o Open Source – em nada irá alterar a atual estrutura da profissão. Apenas se trabalhará com um número maior de fontes, opiniões e vertentes de um fato. A novidade fica por conta da repercussão que um trabalho desenvolvido por um profissional alcançará.

Portanto, sempre haverá públicos híbridos para as duas formas de disseminação da informação: aqueles que desejam se informar diretamente por fontes (cientes do não compromisso e veracidade dos fatos apresentados) e aqueles que vão querer se alimentar por profissionais que possuem a imparcialidade e compromisso com que produzem. O futuro que prevejo é: jornalistas alimentando as fontes abertas, e vice-versa.

O jornalismo participativo, não só no Brasil como no mundo todo, está em fase de ascendência, porém, eu, como futuro jornalista, o vejo ainda muito imaturo. Ferramentas dispostas na web parecem carecer de definições, aproveitamento e finalidade. Falta um consenso em relação à prática. Observo que em todos os sites de contribuição do cidadão, existem as mesmas fontes que os abastecem com a continuação dos mesmos fatos e mais: brincam de serem jornalistas. Só que em toda a brincadeira há regras que devem ser bem estabelecidas para que haja funcionalidade, e aí vai ser a hora de se perguntar se o participativo veio para ficar. Enquanto isso, os blogueiros ainda serão a melhor de repercussão da informação na web.

As Mídias

Se há tempos a mídia impressa já enfrenta o desafio de ser tão dinâmica e atual, assim como a televisão e a rádio são, com a web cada vez mais popularizada, a mídia impressa terá que se reinventar. Penso que, no futuro, ela deverá se valer de rigorosas e modernas ferramentas de trabalho – máquinas de impressão mais ágeis, jornalistas escrevendo suas matérias diretamente do local da informação (ok, isso já acontece hoje, mais essa premissa precisa ser mais dissiminada) – e promover novas formas de publicação da notícia.

Talvez, se pudesse prever o futuro dessa mídia, acredito que ela passaria a ter um caráter de matérias com ainda mais profundidade e com dias específicos de circulação – algo parecido com as revistas semanais. Mas antes, ela ainda poderia tentar algo como, duas ou três vezes por semana.

Isto devido a atual vida frenética, corrida das pessoas - que mal conseguem ter um horário no período matutino para si, o que dirá para ler 10% de tudo o que está presente no jornal. Quem sabe, o novo proposta seria estabelecer um novo horário para a entrega na casa das pessoas: ao invés do período matutino, o noturno. Porém, para isso seria exigido uma avassaladora mudança nas estruturas atuais das redações e dos instrumentos de trabalho dos jornalistas: cadastramento de notícias via web, produção noturna e matutina, fechamento de edição vespertino.

Em relação aos profissionais que alimentam a tevê e o rádio, creio que não ocorrerá nenhuma novidade: eles continuarão se pautando pela web e a complementando. Em termos de instantaneidade, o mesmo: notícias locais, a web se privilegiará deles, e em relação às notícias mais amplas, como país e mundo, a web será a principal fonte de consulta da informação.

Avaliação Heurística


- 15ª Atividade

www.bomdiacomunidade.com.brO jornal virtual da cidade do Rio Grande, segue a mesma linha publicada na versão impressa: é totalmente arcaico e sem expressão nenhuma. O jornalismo encontrado ali é tão ruim que no link onde fica "últimas notícias" e que deveria concentrar a sua dinamicidade, indo ao encontro com o uso de outras ferramentas, encontra-se escrito logo abaixo, como uma única notícia: "10h07min - Assinatura diária do Bom Dia! Faça agora a sua"O design da página é chamativo, porém as matérias são postadas na íntegra na página. Não há recursos de linguagens diferenciado, e tão pouco links que envolvam as matérias. Aliais não apresenta nenhum tipo de recursos.www.jornalagora.com.brSegue a mesma avaliação que fiz sobre o bom dia, com uma única diferença: é atualizado diariamente. Mas não aproveita nenhum recurso que a web dispõe. É sistemático, sem conteúdo atraente: as matérias são postadas no sistema e colocas da mesma forma no site. Não há nem linha de apoio, somente cartolas.

- A página virtual do Jornal Agora simplesmente joga as notícias na internet, sem torná-las com uma linguagem própria, característica ao veículo.- A maior observação fica por conta do "escanear a notícia". Nenhum dos elementos apontados em aula podem ser visíveis ali. Os espaços em branco entre os parágrafos da notícia não existem. Destaques para os elementos, também não. Ou seja, não há uma organização visível no texto. Só se percebe espaço quando há um novo subtítulo. Não há recursos multimídias e nem links.

Teste de Percurso - Daia Roldão


- 14ª atividade
- Teste de Percurso

>> Tarefas propostas para a colega Daiane Roldão





>> Entrar no site do Jornal Agora de Rio Grande:

1. Entrar nas edições anteriores, do dia 7/7/2007 e escolher uma das matérias que mais chamam a sua atenção.

Ela em seguida encontra a seção. Porém, perde muito tempo até voltar a edição escolhida, pois o site do jornal divide cada edição em uma capa do jornal em várias interfaces.

2) Procurar a área para entrar em contato com a empresa.
Ela em seguida encontra, pois afirma por várias vezes ter precisado da ferramenta, embora nunca tivesse obtido respostas.

3) Procurar a previsão para o outro dia.
Em seguida encontrou a ferramenta do tempo e soube como procurar a informação do outro dia.

4) Qual a data de fundação do Jornal?!
Na página há duas discrições que deixam o usuário confuso: Institucional - na qual não é um link - abaixo dela, está "A Empresa", na qual trazia a resposta. Dáia, naturalmente, clicou no primeiro link e não conseguindo resultado, clicou no segundo, onde obteve a resposta.

5) Achar a notícia da seção de esportes "Tricolor passa por período de avaliação" do dia 10 de outubro.
Mesmo tendo duas ferramentas de busca, a primeira já citada acima, Daia preferiu utilizar a segunda, retornando as notícias através da seção de esporte. E obteve êxito.

Primeiro Festival de Música da Ecos/UCPel abre alas para a Semana Acadêmica da Comunicação


Cachorro da Lua, Freak Brothers e Alma Roots, são algumas entre as 10 bandas para agitar o domingo do dia 4

- 13ª Atividade
- Atualizado em 30/10/2007




Depois de dois anos sem ocorrer uma edição da Semana Acadêmica da Escola de Comunicação Social da Universidade Católica de Pelotas (Ecos/UCPel) – a se desenvolver entre os dias 5 e 9 de novembro – um Festival de Música, organizado pelos próprios estudantes da Comunicação, promete abrir a Semana e agitar a comunidade universitária, com som de qualidade, no próximo domingo, dia 4.

Com transmissão ao vivo pela TV UCPel, dez bandas subirão ao palco do Teatro do Círculo Operário Pelotense (COP). Entre as confirmadas: Cachorro da Lua, Freak Brothers e Alma Roots. Além da transmissão ao vivo, a TV da Católica deverá realizar programas especiais com as bandas participantes. Com a cobertura, os idealizadores do Festival planejam em breve lançar um DVD com os shows e tudo o que rolou nos bastidores da festa. Se tudo der certo, a expectativa é de que em cada semestre se execute uma edição do Festival, até que se faça um evento em âmbito regional/estadual de faculdades de Comunicação.








O primeiro Festival da Ecos é resultado do projeto experimental do estudante Tiago Garcia em parceria com o acadêmico Solano Ferreira. “O festival oportuniza que se conheça a música que se faz aqui, dentro da universidade”, expõe Tiago. Garcia e Ferreira dizem que a idéia do projeto ocorreu pelos corredores, em um intervalo e outro, numa conversa entre os músicos da Ecos.

Para eles, a principal proposta do evento é “de abrir espaço para que os estudantes da Escola divulguem seus talentos musicais”. "Esperamos que além de mostrar a musicalidade e criatividade dos estudantes, role uma interação e amizade entre os participantes e o público", ressalta Garcia. O Teatro do COP está situado à rua Almirante Barroso, 2540.

Inscrições
Segundo os organizadores, podem se inscrever – gratuitamente - no evento bandas com no mínimo um integrante acadêmico do curso de Comunicação. A única exigência é de que a banda inscrita toque no mínimo três músicas próprias. Outras informações, entrar em contato com Thiago Garcia, pelo celular: 8421.4535.

Com proposta pioneira, UCPel oferece um novo perfil para futuros profissionais da Produção Fonográfica

- 12ª Atividade
- Release Mídia


Único do País a ter por objetivo formar produtores que atuem desde a composição e gravação até a divulgação e a distribuição do material produzido, indo além da questão técnica, a Universidade Católica de Pelotas (UCPel) lançou durante o show da dupla Kleiton e Kledir, no domingo, 23, o curso de Tecnologia em Produção Fonográfica. Idealizada por Kleiton Ramil, a graduação de três anos (seis semestres) - e que já está inserida na grade dos cursos do Vestibular de Verão da Universidade - pretende oferecer ao mercado um novo profissional com formação mais voltada ao lado humano, artístico e gerencial.

Com aulas desenvolvidas em período intermediário (das 16h às 19h) e valor do primeiro módulo de R$ 380, o novo curso estará vinculado à Escola de Comunicação Social (Ecos) da UCPel. Atual diretor da Ecos, o professor Jairo Sanguiné ressalta que um dos objetivos da Universidade é inserir a cidade de Pelotas no cenário da produção musical brasileira. “Sabemos que existem outras instituições que possuem este curso, porém são muito voltados para a área técnica. O nosso curso vai além. Ele visa a preparar um profissional mais sensível e mais próximo do artista”, compara Sanguiné.

Sem a exigência de uma prova de proficiência, o currículo oferecerá uma formação musical básica, contemplando áreas como marketing (aplicado à cultura musical), informática, gestão de negócios e, claro, música. O tecnólogo poderá atuar em áreas como pré-produção, gravação, edição, mixagem e masterização, operação de som, divulgação e distribuição do produto final. O profissional da área atua em produtoras, gravadoras, estúdios de gravação e sonorização de eventos e em espetáculos.

“O curso estará focado em facilitar o diálogo entre o artista e o produtor, com o intuito de formar um profissional que entenda o que o artista precisa musicalmente e para que o músico tenha condições de coordenar melhor a sua equipe de produção”, explica Sanguiné.

Estruturas
Em relação aos espaços físicos, as aulas do novo curso serão ministradas no prédio do Campus 2 da UCPel, onde hoje transcorrem os cursos de graduação em Comunicação Social, Psicologia e, o mais recente, Tecnologia em Design de Moda. Para os primeiros semestres do curso, a Universidade pretende terceirizar um estúdio de gravação, até construir o seu próprio, em uma área situada próxima a TV UCPel.

Aulas
O diretor da Ecos diz que Kleiton – a princípio - não ministrará aulas, mas atuará como uma espécie de embaixador do curso no Rio de Janeiro, cidade na qual o músico reside atualmente. De acordo com Sanguiné, “os professores contratados serão todos da área de música”. Porém o diretor não descarta a possibilidade de serem aproveitados professores da própria Ecos e, até mesmo, de outros cursos.

Sonho
Em entrevista à TV UCPel, Kleiton declarou que o curso é um antigo sonho seu, fomentado pela proximidade que manteve com o mundo acadêmico durante seus 30 anos de carreira artística. Kleiton estudou por alguns anos na França, fez mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde hoje ministra aulas para centenas de estudantes. “Após se formar, esse profissional estará preparado para atuar em diversas áreas”. Na oportunidade, o músico ainda comentou sobre a satisfação de estar desenvolvendo o curso voltado para a sua cidade natal.

Disciplinas
Teoria e Percepção Musical, Laboratório/Estúdio de Áudio, Laboratório/Estúdio de Gravação, Prática de Instrumento, Arranjos e Composição, Softwares e Hardwares de Música, Acústica, Marketing Cultural, Legislação Musical, Projeto Final de Produção Fonográfica, Gestão de Negócios em Produção Fonográfica, entre outras.

Objetivos
>> Estimular o desenvolvimento de competências artísticas e científicas, envolvendo o pensamento reflexivo;
>> Proporcionar o desenvolvimento, a divulgação e a apreciação da criação e da execução musical em todos os meios e fins;
>> Formar profissionais aptos a participarem do desenvolvimento da área e atuarem profissionalmente nos campos musicais instituídos e emergentes;
>> Formar profissionais com competência musical e tecnológica para atuarem em instituições que prescindem do uso da música;
>> Desenvolver competências e habilidades que contribuam para a melhor produção musical - artística e comercial - através da tecnologia moderna disponível.

Tecnologia em Produção Fonográfica
Duração: Três anos (seis semestres)
Período: Intermediário (das 16h as 19h)
Preço (primeiro semestre): R$ 380 – Número de Vagas: 40
Início: 2008/1 (Vestibular de Verão)
Mais informações pelo telefone da Ecos (53) 21288411 ou procurar a Central de Atendimento da UCPel, entre 8h e 22h.

Próximo vestibular da Católica oferece Tecnologia em Produção Fonográfica

Lançado no domingo, curso - com duração de três anos e valor de R$ 380 - é pioneiro na formação e qualificação de profissionais


- 12ª Atividade
- Público Externo

Já está na grade do Vestibular de Verão da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) o novo curso de graduação, Tecnologia em Produção Fonográfica. Com duração de três anos (seis semestres) e valor do primeiro módulo de R$ 380, o curso foi lançado pela Universidade no domingo, 23, durante a apresentação da dupla Kleiton e Kledir. A graduação – idealizada e formatada por Kleiton Ramil – estará vinculada a Escola de Comunicação Social (Ecos) da UCPel.

Único do País a ter por objetivo formar produtores que atuem desde a composição e gravação até a divulgação e a distribuição do material produzido, indo além da questão técnica, “o curso estará focado em facilitar o diálogo entre o artista e o produtor, com o intuito de formar um profissional que entenda o que o artista precisa musicalmente e para que o músico tenha condições de coordenar melhor a sua equipe de produção”, explica o atual diretor da Ecos, Jairo Sanguiné. O diretor ainda ressalta que um dos objetivos da Universidade é inserir a cidade de Pelotas no cenário da produção musical brasileira.

“Sabemos que existem outras instituições que possuem este curso, porém são muito voltados para a área técnica. O nosso curso vai além. Ele visa a preparar um profissional mais sensível e mais próximo do artista”, compara Sanguiné. Sem a exigência de uma prova de proficiência, o currículo oferecerá uma formação musical básica, contemplando áreas como marketing (aplicado à cultura musical), informática, gestão de negócios e, claro, música. O tecnólogo poderá atuar em áreas como pré-produção, gravação, edição, mixagem e masterização, operação de som, divulgação e distribuição do produto final. O profissional da área atua em produtoras, gravadoras, estúdios de gravação e sonorização de eventos e em espetáculos.

Estruturas
Em relação aos espaços físicos, as aulas do novo curso serão ministradas no prédio do Campus 2 da UCPel, onde hoje transcorrem os cursos de graduação em Comunicação Social, Psicologia e, o mais recente, Tecnologia em Design de Moda. Para os primeiros semestres do curso, a Universidade pretende terceirizar um estúdio de gravação, até construir o seu próprio, em uma área situada próxima a TV UCPel.

Disciplinas
Teoria e Percepção Musical, Laboratório/Estúdio de Áudio, Laboratório/Estúdio de Gravação, Prática de Instrumento, Arranjos e Composição, Softwares e Hardwares de Música, Acústica, Marketing Cultural, Legislação Musical, Projeto Final de Produção Fonográfica, Gestão de Negócios em Produção Fonográfica, entre outras.

Tecnologia em Produção Fonográfica
Duração: Três anos (seis semestres)
Período: Intermediário (das 16h as 19h)
Preço (primeiro semestre): R$ 380 – Número de Vagas: 40
Início: 2008/1 (Vestibular de Verão)
Mais informações pelo telefone da Ecos (53) 21288411 ou procurar a Central de Atendimento da UCPel, entre 8h e 22h.

Universidade Católica lança novo curso de produção fonográfica

Com currículo inovador e duração de três anos, aulas transcorrerão em período intermediário no prédio do Campus 2

- 12ª Atividade
- Público Interno


Domingo, 23 de setembro passado, durante uma apresentação da dupla Kleiton & Kledir, no Teatro Guarany, em Pelotas, a UCPel lançou o curso de Tecnologia em Produção Fonográfica, que integra a grade dos cursos ofertados pela Universidade já no próximo vestibular. Idealizado pelo músico Kleiton Ramil, o curso – com duração de três anos e com valor do primeiro módulo de R$ 380 – será vinculado à Escola de Comunicação Social (Ecos) da UCPel, e tem por objetivo formar produtores musicais. Com currículo inovador, o curso pode ser pioneiro na área no país.

As aulas – a serem desenvolvidas já no início do próximo semestre - ocorrerão em um turno intermediário, nos horários compreendidos entre 16h e 19h. Já em relação à estrutura física, as aulas do novo curso serão ministradas no prédio do Campus 2 da UCPel, onde hoje transcorrem os cursos de graduação em Comunicação Social, Psicologia e Tecnologia em Design de Moda - utilizando as salas de aulas e os laboratórios de informática para aulas teóricas, e a prática de instrumentos na capela, local em que atualmente são realizadas os ensaios do Coral da UCPel, conforme ressalta o diretor da Ecos, o professor Jairo Sanguiné. Para os primeiros semestres do curso, a Universidade pretende terceirizar um estúdio de gravação, até construir o seu próprio, em área situada próxima da TV UCPel.

Com o novo curso a proposta da Universidade é colocar Pelotas no cenário da produção musical brasileira. E para isto, Sanguiné diz que Kleiton – a princípio - não ministrará aulas, mas atuará como uma espécie de embaixador do curso no Rio de Janeiro, cidade na qual o músico reside atualmente. De acordo com Sanguiné, “os professores serão contratados e todos da área de música”. Porém o diretor não descarta a possibilidade de serem aproveitados professores da própria Escola de Comunicação Social e até mesmo de outros cursos.

O currículo de Produção Fonográfica contemplará áreas como marketing, informática e música. O tecnólogo pode vir a atuar em áreas como pré-produção, gravação, edição, mixagem e masterização, operação de som, divulgação e distribuição do produto final. É possível atuar em produtoras, gravadoras, estúdios de gravação e sonorização de eventos, e em espetáculos.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

MÚSICA - Uma mistureba sonora chamada Brasil

De acordo com a matéria presente no caderno online “Ilustrada” do jornal Folha de São Paulo, a dupla Sandy e Junior atingiu o primeiro lugar dos discos mais vendidos no país, com o disco "Acústico MTV", lançado em agosto. Mas este não é o fato, ou, o fenômeno, de maior espanto contido nesta matéria. O que provoca a atenção é o que vem depois dela: o “raking”, ou, a lista, com os artistas e seus CD´s mais vendidos no Brasil, entre os dias 22 e 28 de agosto deste ano.

Algo que correlaciona Sandy e Junior (1º) com "As Músicas do Programa Amaury Jr." (8º). De Ivete no Maracanã (2º) à Victor & Leo (6º). E que tal Calypso (7º e 10º) com Bruno e Marrone (3º e 4º)?! Não, você não viu errado. Tanto a banda como a dupla sertaneja abocanham quatro posições dos mais vendidos. Bom, mais aí já fez mais sentido partindo do princípio que o gênero musical é quase idêntico... E eis que no meio de tudo isso ainda surge uma trilha sonora internacional da novela das oito (5º), entrelaçada com a trilha de High School Musical 2 (9º)!

Agora coloque tudo isso num liquidificador - proteja bem seus ouvidos - e prepare-se: pois a mistureba e breguice, a lá brasilerinha, está pronta para "tocar o terror"!!! Mas.. quem vai entender o gosto popularesco do nosso povo brasileiro.... E isso porque não estamos na época mais quente do ano, porque se não, certamente, ali estaria presente - com toda a força e musicalidade - aquele cdzinho recente, reunindo os melhores pancadões e músicas FUNK de "todos os tempos".

Mas para quem pensa que a miscelânia de gêneros musicais faz parte só do cardápio brasileiro, está muito enganado. Os gringos, também não ficam muito para trás. Em uma outra matéria apontada também pela Ilustrada - VEJA - o ranking dos mais vendidos nos Estados Unidaos, segundo a Billboard, faz a mistura de High School Musical 2 (1º) com Talib Kweli (2º), e "Hannah Montana 2/Meet Miley Cyrus" (3º) com Fergie (7º).

Ajuste o seu foco!!!

- A entrevista
- 10ª Atividade

“Sem hora para nada. Sem fim de semana (...) Precisamos estar sempre estudando, lendo, buscando atualizações em seminários, pós-graduações, novas faculdades”. E essa é apenas uma das visões que dirigem e comandam a vida corrida do jornalista Marcus Spohr. Há 10 anos trabalhando na área e contabilizando mais de seis mil reportagens na bagagem, Marcus é graduado pela Universidade de Passo Fundo (UPF), no curso de Comunicação Social em Rádio, Televisão e Vídeo.

Natural do município de Alecrim (RS), aos 28 anos, o jornalista – que também já é pós-graduado em Marketing e em Relações Públicas e que um dia por conta da paixão que sente pelo ato de comunicar, já cogitou até mesmo em seguir a carreira política - trabalha atualmente para a RBS TV/Pelotas. Mas, antes dela, e por razões diretamente ligadas a profissão, Spohr revela já ter tido que mudar de cidade – “pelos menos 7 vezes”. Experiências e oportunidades no currículo? “Já passei por cinco emissoras de rádio, um jornal impresso, e três emissoras de televisão”.

Sua competência e habilidade fazem com que suas reportagens, seguidamente, estejam em destaque, abrindo ou complementando o noticiário televisivo da principal emissora do país. E o que Spohr, pensa em relação aos profissionais que já se encontram ou pretendem engajar-se no mercado de trabalho? “Para mim, o mercado está ao mesmo tempo saturado e aberto. Saturado para os iguais, aqueles que não buscam o aperfeiçoamento, e que ingressam no jornalismo como forma de status. Porém, ele está aberto para os profissionais que estão dispostos a se dedicar. Jornais, rádios, tvs, assessorias de imprensa. As opções são muitas, o importante é definir o foco e trabalhar por ele”.

Inquieto e em busca de mais formação e da parte mais teórica do jornalismo, o comunicador social prepara-se agora para graduar-se, no próximo semestre, na Universidade Católica de Pelotas. E nesta entrevista, você acompanha o que pensa e qual a posição do jornalista em relação ao atual cenário da comunicação.

>> A ENTREVISTA

1) Em que momento você decidiu e optou por esta profissão?!

Spohr - Sempre fui um apaixonado pelas pessoas. Quando criança, eu era "metido" em tudo. Queria saber, ajudar, fazer. Com isto, me envolvia em tudo que estava ao meu alcance. Lembro que minha primeira participação em um veículo de comunicação foi cantando em uma rádio da minha cidade: a rádio Navegantes, em Alecrim, na região de Santa Rosa. Eu devia ter uns 7 anos. Neste período eu já cantava também em festivais de música. Isto possibilitou um contato desde muito cedo com o público, e ajudou com que eu tivesse facilidade com movimentos estudantis mais tarde.

Por três vezes, fui presidente de Grêmios Estudantis, e pensava em seguir - a exemplo dos meus pais, avós e tios - a vida política. Mas, aos 18 anos uma decepção com os "políticos" me fez ver com outros olhos o sistema nada democrático que vivemos em nosso país. Porém, esta decisão abriu outras oportunidades, e eu decidi fazer comunicação social em Passo Fundo. Em resumo, é isto: a vontade de comunicar e estar entre as pessoas sempre esteve presente.

2) Para quem está na área e um dia pretende seguir nesta empresa, como é trabalhar para a RBS TV?!

Spohr - A RBS é a maior empresa e ao mesmo tempo a melhor "escola" de comunicação do Sul do Brasil, e uma das melhores do País. Nela aprendemos o verdadeiro fazer jornalístico do dia a dia. Passando por ela, acredito que quem souber aproveitar, abre as portas em qualquer outro veículo do país.

3) O que te agrada e o que tu detesta no jornalismo?!

Spohr - Eu não sou a favor do superficial. Acredito que o jornalismo deve informar e educar. Porém, muitas vezes o que vemos, é apenas a informação crua... Penso que as reportagens devem mostrar os problemas, mas também apontar alternativas. Devem denunciar as corrupções, mas também incentivar ao não uso de artimanhas desleais. E isto, não está presente, na minha opinião, no dia a dia das redações.

4) Se não fosse jornalista, qual a possível profissão que seguirias? E Porquê?!

Spohr - Sou apaixonado pela comunicação, como já citei. Se eu não estivesse no jornalismo, eu com certeza estaria ou dentro de uma sala de aula, falando sobre assuntos de comunicação interpessoal, ou num palco falando sobre o mesmo tema. Amo tanto o ato de comunicar, que eu criei minha própria forma de me relacionar. Como deu certo pra mim, acho que poderia dar também para os outros.

Por isto pretendo, a exemplo do que já fiz, em algumas situações, ser conferencista, sobre questões ligadas a importância da boa comunicação e do bom relacionamento entre as pessoas. Tudo fica mais fácil, quando sabemos nos comunicar e relacionar com as pessoas.

(2ª rodada)
5) Qual o melhor trabalho que já realizasse como profissional? E porquê?

Spohr - Falar de um trabalho específico é difícil. Nestes 10 anos de profissão, já passei por 5 emissoras de rádio, um jornal impresso, e três emissoras de televisão. Já tive que mudar de cidade pelo menos 7 vezes por causa da minha profissão. Já fiz mais de seis mil reportagens, e escolher uma delas, repito, é difícil.

Entre as que marcaram vou citar três: a) o assassinato de um promotor de justiça em Santa Rosa. O autor era um policial militar, amigo meu de infância. Foi difícil fazer a matéria, com informações veiculadas para todo país, tendo que falar de um amigo. O mais complicado foi estar frente a ele, e ter que fazer o meu trabalho, sem deixar a emoção falar mais alto. b) Uma reportagem com câmera escondida, sobre o contrabando de combustíveis da Argentina para o Brasil. Disfarçado de boné e óculos, negociei a compra de gasolina com um contrabandista. O risco valeu à pena. A matéria abriu o Jornal da Globo. c) O relato de uma família que tem uma síndrome rara. Os cinco irmãos se movimentam como quadrúpedes. Fiz este VT em Canguçu. O fato chamou a atenção de pesquisadores mundiais, já que é raríssimo no mundo. Apenas uma família com a mesma síndrome foi localizada na Turquia. Assim, prefiro não falar do melhor trabalho, já que em jornalismo, a melhor reportagem, pode ser vista como o pior, e vice versa.

6) Para quem está iniciando o curso de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo, o que tu recomendarias?!

Spohr - Se dedicar ao teórico-jornalístico é importante. Ter embasamento é fundamental. Mas é importante que na faculdade, além das disciplinas específicas do jornalismo, os estudantes dêem importância para disciplinas que discutam as questões éticas e sociais do jornalismo. Sair da faculdade sabendo escrever, editar, narrar e produzir reportagens é fundamental, básico, imprescindível. Mas esta prática, se aprende no dia a dia.

Agora, para saber olhar o mundo com olhos críticos, com uma visão que possa contribuir para a sociedade, é necessário obter embasamento, estudo, discussão. Por isto, os alunos devem sim buscar a aprendizagem jornalística, mas devem exigir que as faculdades tenham espaços e disciplinas para o debate ético e social do jornalista.Outra sugestão, é que o estudante busque estágios remunerados ou não, desde o primeiro dia de aula: rádios, tvs, jornais, instituições. Passar por inúmeras empresas antes de se formar, representa experiências e visões de jornalismo diferentes, já que cada empresa, cada editor, cada chefe tem uma visão editorial diferente.

7) Em relação ao teu futuro, quais as tuas metas e o quais são as tuas buscas para o aprimoramento da tua profissão.

Spohr - Sem hora para nada. Sem fim de semana. A vida de repórter que atua na geral é assim. Você está sempre na ativa. Dentro ou fora do trabalho, desligar é difícil. É preciso se empenhar ao máximo, buscar o diferencial.

Ganchos jornalísticos, diferentes do comum, são fatores determinantes para o crescimento na profissão. Ver algo que todos os outros repórteres não enxergam, é imprescindível. Fugir do padrão, e ser diferente é muito importante.

É assim que eu tento levar o meu dia a dia: sendo dedicado, correto com os colegas e com as fontes, ético ao conduzir e escrever as reportagens, e, acima de tudo, respeitando o telespectador, que é o motivo do nosso trabalho.Aliado a isto, precisamos estar sempre estudando, lendo, buscando atualizações em seminários, pós-graduações, novas faculdades. Só assim podemos pensar em um futuro melhor. Só assim podemos caminhar e chegar à meta de ser um comunicador de referência nacional.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Sem aula e sem vontade

Mesmo liberados no período de aula, estudantes se desinteressam no decorrer da palestra

- 9ª Atividade

Cenário propício ao debate, o auditório Campus II da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) recebeu na sexta-feira, 31, o jornalista Luiz Antônio Nikão Duarte, para discutir com os estudantes o tema sobre Relações com a Mídia. Coordenador da Assessoria de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS), Luiz esforçou-se para chamar atenção dos inúmeros estudantes que, sem aula, ou seja, liberados para comparecerem ao local, no decorrer da palestra, desinteressaram-se.

De acordo com a estudante
Viviane Moraes, inúmeros alunos lotaram o local para recepcinar o jornalista, que chegou com meia hora de atraso. Segundo ela, o desinteresse no decorrer do encontro se deu por Luiz abordar assuntos paralelos, fugindo dos objetivos e também por focar o tema em muitas obviedades. O resultado foi visto logo em seguida: antes da metade do curso, alunos rindo, dispersos, conversando e desinteressados. A resposta deles?! Ir embora. Aos poucos, muitos abandonaram o local. No final do encontro apenas uma pessoa questionou o assessor de comunicação. Para muitos que deixaram o local, o tipo de abordagem não respondeu as expectativas.

O caráter, o ambiente, as responsabilidades e toda a relação que uma assessoria deve ter para se posicionar na mídia foram os pontos altos do encontro. Também foram abordados temas como as diferenças entre uma assessoria de comunicação e uma voltada e específica de imprensa; a história da assessoria de comunicação na PUC/RS; qual deve ser a postura profissional frente uma assessoria; o olhar e o faro jornalístico; a informação como conquista do jornalista; entre outros.

O evento, que contou com o apoio da Ecos, foi oferecido pelo Núcleo de Jornalistas em Assessoria de Comunicação do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul e também da Delegacia Regional de Pelotas.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

OS TIPOS DO JORNALISMO

A) JORNALISMO OPINATIVO:


A visita rápida do novo deputado democrata






Vinte dias depois, o até então advogado e professor universitário, Matteo Chiarelli, assumiu o cargo de deputado federal da bancada dos Democratas. Suplente, o filho do ex-ministro e ex-senador Carlos Chiarelli, Matteo ocupou a vaga que pertencia a Nelson Proença (PPS), que desde fevereiro assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e dos Assuntos Internacionais do Rio Grande do Sul.


Desde o fim da semana passada, Matteo visitou, brevemente, as cidades gaúchas, Morro Redondo, Rio Grande, Pelotas, Santa Vitória do Palmar e Chuí. Como não poderia deixar de ser (in) diferente, com o atual cenário político, Matteo assume que, a partir de agora, sua missão como parlamentar estará em "resgatar o sentido da política, pois hoje em dia esse sentido está muito desgastado”. Esperando realizar uma boa gestão, ainda debateu: “Isto porque a política é o instrumento fundamental e melhor que nós temos para resolver os nossos conflitos". Ficaremos de olho, deputado!



B) JORNALISMO INFORMATIVO:


Deputado democrata, Matteo Chiarelli, fala sobre seu novo cargo


Há quase 20 dias, o até então advogado e professor universitário, Matteo Chiarelli, assumiu o cargo de deputado federal da bancada dos Democratas. Desde o fim da semana passada, Matteo visitou rapidamente as cidades gaúchas, Morro Redondo, Rio Grande, Pelotas, Santa Vitória do Palmar e Chuí.

Durante a sua passagem por Rio Grande, o deputado visitou alguns principais pontos da cidade. Segundo Matteo, a partir de agora, sua missão como parlamentar estará em "resgatar o sentido da política, pois hoje em dia esse sentido está muito desgastado. Mas a política é o instrumento fundamental e melhor que nós temos para resolver os nossos conflitos", salientou o deputado.




C) JORNALISMO INTERPRETATIVO



Em visita à cidade, deputado Matteo Chiarelli fala sobre seu novo cargo


Há quase 20 dias, o até então advogado e professor universitário, Matteo Chiarelli, assumiu o cargo de deputado federal da bancada dos Democratas. Filho do ex-ministro e ex-senador Carlos Chiarelli, Matteo ocupou a vaga que pertencia a Nelson Proença (PPS), que, desde fevereiro, assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e dos Assuntos Internacionais do Rio Grande do Sul.



Com a saída de Nelson, Cláudio Diaz, até então suplente, o substituiu. A “dança das cadeiras” aconteceu novamente depois do trágico acidente, ocorrido há mais de um mês, com o Airbus da TAM, durante o vôo 3054, em que faleceu o deputado federal Júlio Redecker (PSDB). Com a morte de Redecker, Diaz assumiu o cargo, deixando o seu posto vago para Matteo.



Desde o fim da semana passada, Matteo visitou rapidamente as cidades gaúchas, Morro Redondo, Rio Grande, Pelotas, Santa Vitória do Palmar e Chuí. Durante a sua breve passagem por Rio Grande, o deputado visitou alguns principais pontos da cidade, inclusive as instalações do Jornal Agora. Depois de conquistar mais de 40 mil votos na região, o deputado natural da cidade de Pelotas falou ao jornal sobre a razão de sua visita: “Agradecer o apoio que recebi aqui durante a eleição. Não só de Rio Grande, mas também de São José do Norte e da região toda”.



Professor de direito constitucional das duas universidades de Pelotas, desde que assumiu o cargo Matteo manteve-se em silêncio. “Não só em respeito à morte de Redecker, mas de todos aqueles que morreram nesse trágico, mas esperado, acidente”, afirma o deputado.



Segundo Matteo, a partir de agora sua missão como parlamentar estará em “resgatar o sentido da política”. “Pois hoje em dia esse sentido está muito desgastado. Político é sinônimo de vigarista, safadeza. Mas a política é o instrumento fundamental e melhor que nós temos para resolver os nossos conflitos”, salienta o deputado que diz ter aprendido com o seu pai e adquirido o seu próprio conceito do que é política: “Trabalhar para melhorar a vida dos os outros, em especial daqueles que mais precisam. Ser sério e trabalhar são obrigações, mas hoje passaram a ser virtudes”.



“Outra missão como deputado será em resgatar a representação da região” afirma Matteo, que lembra que a região já contou com quatro deputados e que hoje possui apenas dois. “Eu e o grande rio-grandino, Cláudio Dias, figura que eu respeito. Uma região que tem quase um milhão de eleitores, mas que conta apenas com dois deputados”, ressalta Chiarelli.



Nesta segunda, o deputado volta a Porto Alegre e retorna para Brasília até o fim da tarde.

ECOS NO INTERCOM

Alunos da Ecos se preparam para explorar o Intercom





E já começou (desde o dia 29) a 30ª edição do maior Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – o Intercom - que irá até o dia 2 de setembro, neste ano na cidade de Santos em São Paulo. Geralmente realizado no início do mês de outubro, nos próximos dias, o evento deve receber inúmeras apresentações de trabalho e a participação de alunos da Escola de Comunicação Social da Universidade Católica de Pelotas (ECOS-UCPel).


No total, a Ecos estará representada pela exposição de 13 trabalhos no evento. Foram escolhidos nove trabalhos para o Intercom Júnior, dois no Expocom e dois no Altercom.
Estudante do curso de Direito e prestes a se formar uma Comunicadora Social, a promissora jornalista, Gabriela Zago, apresentará, pela segunda vez, seus trabalhos no congresso.


O primeiro, de forma individual, tem foco no “Erros, Repetições e Homogeneidade no Jornalismo OnLine Brasileiro”, e possui como premissa analisar a forma e a tendência de apresentação da informação nos sites de notícia. Tendo como parâmetro o agendamento na mídia digital, o trabalho vai expor ainda elementos como a repetição dos conteúdos nos diversos sites e os variados e comuns erros cometidos por eles.


A cibercultura também será abordada pela estudante, em seu segundo trabalho. Em parceria com a estudante da Ecos, Alessa Rovere, a idéia foi em apresentar aos demais comunicadores a utilização do Second Life para fins educativos, usando o seu espaço para a promoção de eventos na área da comunicação.


Para a estudante, a importância de apresentar-se no congresso está em desenvolver a reflexão crítica e teórica, individual e coletiva, permitindo que haja uma maior interação entre os participantes. O que acaba contribuindo para uma melhor capacitação e forma ao trabalho exposto.


Com tema central voltado para o Mercado e a Comunicação na Sociedade Digital, o congresso permitirá que os alunos pratiquem o papel de construtores da realidade, além de reunir importantes pesquisadores brasileiros e do exterior, em um fórum científico interdisciplinar. Outro objetivo é a reflexão e a discussão de todas as questões relevantes e emergentes da área de comunicação.



Estima-se que durante os próximos dias, aproximadamente quatro mil pessoas, entre alunos, professores e profissionais da área, passem pelo congresso. O Intercom é considerado um dos mais importantes eventos científicos da área de comunicação das Américas.


- EU QUERO É MAIS...

+ Intercom: Confira a programação!
++ Visite o site da ECOS
+++ Conheça Santos/SP
++++ Gabriela Zago: BLOG oficial

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Gincana

1)
EM CARTAZ
>> Instinto Secreto
(Mr. Brooks, EUA, 2007)

- ESTRÉIA 24.08.2007
- Gênero: Crime, Drama, Suspense
- Duração: 120 min.

- TRAILER
- SITE OFICIAL

Estréia nesta sexta, 24, em todo o Brasil, o filme Instinto Selvagem. O filme conta a história de um homem aparentemente correto, profissional e que ama sua esposa. Porém, Brooks, no entanto, tem um lado que todos desconhecem. Um cara bipolar, e com um alter ego assassino. Demi Moore é a detetive que dedica sua vida para prender a atenção e conquistar o respeito do serial killer que está tentando capturar. Quando Sr. Brooks decide matar pela última vez, um fotógrafo amador testemunha o crime. Inesperadamente o esperto assassino se vê enas mãos de um oportunista e caçado por uma obstinada detetive.



- Diretor: Bruce A. Evans
- Roteirista: Bruce A. Evans, Raynold Gideon

- Elenco: Kevin Costner, Demi Moore, Dane Cook, William Hurt, Marg Helgenberger, Ruben Santiago-Hudson, Danielle Panabaker, Aisha Hinds, Lindsay Crouse, Jason Lewis, Reiko Aylesworth, Matt Schulze, Yasmine Delawari, Michael Cole (1), Jim Farnum


EM CARTAZ
>> 1408
(1408, EUA, 2007)


- ESTRÉIA 31.08.2007
- Gênero: Suspense, Terror
- Duração: 94 min.

- TRAILER e SITE OFICIAL

O autor de livros paranormais, Mike Enslin, está determinado a pesquisar um famoso quarto de hotel número 1408, em Nova York, onde há rumores de fenômenos sobrenaturais. Sua idéia, claro, é provar que todas as história sobre o local não passam de mitos. Mas o escritor jamais viverá um terror como aquele, e fará todo mundo, nos principais cinemas do Brasil, a partir da próxima sexta, 31, viver os seus piores pesadalos!


- Diretor: Mikael Håfström
- Roteirista: Matt Greenberg, Scott Alexander, Larry Karaszewski, Stephen King

- Elenco: John Cusack, Mary McCormack, Jasmine Jessica Anthony, Alexandra Silber, Tony Shalhoub, Emily Harvey, Noah Lee Margetts, Samuel L. Jackson, William Armstrong (1), Paul Birchard, Chris Carey, Len Cariou, Gil Cohen-Alloro, George Cottle, Paul Kasey.

LIVROS
>> VERDADES E MENTIRAS SOBRE A LEI DA ATRAÇÃO


O livro, que será lançado no próximo dia 31, confirma teses que há séculos os humanos tentam sustentar: a de que nós atraímos tudo o que acontece conosco. Para o autor Philip Hill, basta alguém ter um pensamento para desencadear os fatos que levarão ao sucesso ou ao fracasso. Sendo assim, seria preciso que a mente fosse corretamente disciplinada, pois ela é arma poderosa, capaz de nos proporcionar a imortalidade, a riqueza material, o par perfeito, ou até mesmo levar à ruína...
Sucesso nos Estados Unidos, este livro chega ao Brasil para tentar responder sobre o porque dos acontecimentos na vida de cada um.



- Lançamento: 31/08/2007
- Editora: Novo Século
- Ano: 2007
- Número de páginas: 160
- Acabamento: Capa Dura
- Onde comprar?
Submarino


2) Depois de perder quase que um final de semana inteiro para encontrar o significado...
A sequência da resposta do jogo, é:
Casa - Árvore - Castelo - Água - Torre - Pedra - Tesouro - Escada

- Como os jogos via Web podem comunicar informações?!
Bom, acredito que depois de passar horas tentando ultrapassar as fases, se o indivíduo não encontrar alguma informação, a coisa então é séria... rsss
Os games via web comunicam porque são feito de ícones, representações e significados.
Sem precisar ter algo escito, ao tentarmos resolvé-los, começamos a desenvolver e despertar o raciocínio, e assim adquirir informações, em termos de regras, reusltados, o que pode e vale e o que não adiante nem tentar, enfim..

3) Vovô Heavy Metal

Aos 80 anos, o ator veterano Christopher "Saruman" Lee, resolveu atacar como cantar e gravou, recentemente, uma participação especial para o álbum "Symphony Of Enchanted Lands II –The Dark Secret", da banda italiana de heavy metal Rhapsody.

O vovô muito loco, que fez o famoso personagem Saruman, na trilogia "Senhor dos Anéis" e o Conde Dookan, no filme "Star Wars", soltou a voz na faixa "The Magic Of The Wizard`s Dream". Em sua participação o ator faz um dueto com o vocalista Fabio Lione.

4) Entrevista realizada com o estudante do CTI/Furg, Daniel Fernandes, utilizando como instrumento de conversação, a ferramenta virtual MSN.

Daniel foi um do grupo de estudantes que, recentemente, voltou de uma viagem da Disney. A entrevista foi transformada em texto, e publicada no caderno "Geração Agora", do veículo de comunicação rio-grandino, Jornal Agora.

- "Lugar mágico e sem blablablá"
Em se tratando de viagem ao exterior e à Disney, Daniel Fernandes, 17 anos e estudante do CTI/Furg, não é um marinheiro de primeira viagem. Ele foi com apenas 11 anos para a EuroDisney, na França, mas segundo o jovem "não é a mesma coisa que a Disney original. A Euro é uma cópia quase que perfeita do Magic Kingdom na Disney World, mas falta algo que faz toda a diferença, e que só a verdadeira Walt Disney tem".Segundo Daniel, a vontade de voltar a viajar para a Disney, agora nos EUA, teve motivos óbvios como o parque de diversões e toda aquela propaganda que é feita sobre o lugar. "Quando cheguei lá, vi que além de atrações e de um parque normal, é um lugar realmente mágico onde você esquece todos os problemas do mundo e da vida. Parece bobagem essa coisa de magia, eu também achava um blablablá. Mas quando você chega lá e sente aquilo, se toca que realmente não é enrolação, essa magia existe!", garante o garoto.Antes de sair em viagem, Daniel diz ter planejado muito bem os gastos. "Planejei e dividi os custos de comida, gastos em eletrônicos e bugigangas da Disney. Em relação à alimentação, gastei mais ou menos 20 dólares por dia". Se deu para comprar muita coisa por lá? "Sim, sempre dá! Trouxe um monte de parafernálias, além de roupas e calçados". Os familiares também não foram esquecidos, claro.Perguntado sobre as atrações de sua preferência, Daniel responde: "as que mais curti não eram da Disney e, sim, a montanha-russa da Múmia e o simulador do Homem-Aranha da Universal Studios". A Universal é um parque rival da Disney, e que fica em Orlando.O que mais chamou a atenção do jovem? "A organização. Eles dão um exemplo. É tudo perfeito, limpo e muito bem organizado. Não se vê um defeito, sequer uma tinta descascada, em placas e brinquedos. Coisa que é difícil de se ver aqui no Brasil". De tudo, uma das únicas reclamações do estudante é quanto à comida. "É péssima! Não tem gosto e é muito cara". Voltar? "Só penso nisso agora. Aproveito o espaço para fazer um apelo aos meus pais: QUERO VOLTAR PRA DISNEY!", diverte-se o garoto.O que a viagem acrescentou na vida de Daniel? "A mensagem que o lugar nos passa vai além do entretenimento e da diversão. Damos valor a muitas coisas fúteis e que não são tão importantes. E quando embarcamos no sonho de passar uns dias em Orlando, conseguimos ver que existem coisas no mundo pelas quais vale à pena se dedicar. O mundo precisa sonhar mais, precisa de pessoas menos robóticas".

- Publicado em 3/8/2007 pelo caderno Geração Agora.

5)
- PRESIDENTE CÂMARA DOS DEPUTADOS

Nome Civil: Arlindo Chignalia Júnior
Aniversário: 24/12 - Profissão: Médico
Partido/UF: PT - SP - Titular
Gabinete: 706 - Anexo: IV -
Telefone:(61) 32158014
Fax:(61) 3215-2706
E-mail:
dep.arlindochinaglia@camara.gov.br


- PRESIDENTE DO SENADO


Nome:
José Renan Vasconcelos Calheiros
Aniversário: 16/09
Naturalidade: Murici (AL)
Ala Senador Afonso Arinos, gab. 06
Tel.: (61) 3311-2261/2262 - Fax: (61) 3311-1695
E-mail:
renan.calheiros@senador.gov.br

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Críticas à veículos de comunicação, segundo teorias do JOL

- Escolher uma matéria de algum veículo de comunicação e fazer uma crítica, de acordo com a matéria vista em sala de aula.
- 4ª Atividade

- LINK 1

- O texto tá muito bom, objetivo, claro, (claro, fui eu que escrevi hehehe), só que não foi feito para a internet.
- A página virtual do Jornal Agora simplesmente joga as notícias na internet, sem torná-las com uma linguagem própria, característica ao veículo.
- A maior observação fica por conta do "escanear a notícia". Nenhum dos elementos apontados em aula podem ser visíveis ali. Os espaços em branco entre os parágrafos da notícia não existem. Destaques para os elementos, também não. Ou seja, não há uma organização visível no texto. Só se percebe espaço quando há um novo subtítulo. Não há recursos multimídias e nem links.

- LINK 2

- Título da notícia está bom, chamativo. Matéria curta, objetiva, clara, rápida, prática de ler.
- Tudo perfeito, se não fosse pelo fato de que o link de complemento da matéria não leva a lugar algum. O endereço está errado. O leitor tem se ligar e tirar os números antes do “www”, para então entrar no blog. E mesmo depois de se ligar do erro, ainda tem que procurar aonde foi colocado o tal do vídeo que ele indicou,
- Bom, perdoável, já que se trata de um leitor fazendo papel de jornalista, no tal do webjornalismo participativo.
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