terça-feira, 23 de outubro de 2007

7ª Gincana da Propaganda:

Carolina e Samantha percorrem caminho e encontram a saída do labirinto

Estudantes do 4º semestre de PP da Ecos/UCPel vencem na categoria Junior e aguardam principal prêmio

- Opinativa / 17ª Atividade (+)
- Podcast / 18ª Atividade




Depois de entrarem com tudo no labirinto proposto pela 7ª Gincana da Propaganda, além de descobrirem a saída, as acadêmicas do 4º semestre de Publicidade e Propaganda, da Escola de Comunicação Social da Universidade Católica de Pelotas (Ecos/UCPel), Carolina Brum e Samantha Lazarotto construíram o seu caminho, conforme pedia o slogan da gincana.

As duas foram às vencedoras da categoria Junior, e foram contempladas com um certificado pelo primeiro lugar e um troféu. Mas o principal prêmio ainda terá uma data especial para ser estabelecida: uma viagem paga para um curso na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em Porto Alegre.






Neste “último” postcad da cobertura da 7ª Gincana, vamos acompanhar a entrevista com Carolina Brum e saber como foi à criação de sua campanha, que além de sugerir um novo logotipo para a Ecos - como é possível ver na imagem acima – planejou e narrou um spot (comercial para o rádio e/ou som utilizado para ilustrar imagens na televisão). Ah! Quer conferir o spot? Ele também está nesta edição, logo após a entrevista de Carolina.



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segunda-feira, 22 de outubro de 2007

O combate entre idéias cumpre com o propósito da 7ª Gincana da Propaganda

Após três anos sem edição, evento reuniu trabalhos de 58 acadêmicos da UCPel

- matéria informativa
- 17ª Atividade




Com a proposta bem definida - “Entre nesse labirinto e descubra a saída” – foi o momento para que os 58 estudantes inscritos na 7ª Gincana da Propaganda preparassem as suas idéias e começassem o desafio através da criação de uma campanha publicitária. Tendo por finalidade oportunizar uma reflexão entre os estudantes da área sobre o seu papel como futuros profissionais da área, o evento – que não era realizado desde 2004 e ocorreu entre os dias 11 e 19 de outubro – foi uma iniciativa e retomada das estudantes do curso de Comunicação Social em Publicidade e Propaganda da Universidade Católica de Pelotas, Cadija Souza e Marta Antunez, para a disciplina de Projetos Experimentais 2.

O objetivo das duas estudantes foi estampado na divulgação impressa do evento: promover uma experimentação da técnica publicitária, em uma experiência real de mercado. Além de promover o desenvolvimento da comunicação o grande compromisso dos participantes foi executar estratégias para os clientes, de acordo com necessidades de comunicação específicas. Mas não foi só a mídia impressa que as futuras publicitárias, Cadija e Marta, procuraram para propagar a marca e os ideais do evento, como é possível observar na matéria da repórter Gabriela Zago. Adesivos espalhados pelo espaço físico do Campus 2 da UCPel, perfil e também comunidade no Orkut, foram algumas das estratégias utilizadas pelas acadêmicas.


Os estudantes tiveram prazo final para a entrega dos trabalhos no dia 17 de outubro. No dia 19 os vencedores foram premiados em duas categorias: Máster – estudantes que estão cursando ou já cursaram a disciplina de redação publicitária I - e Junior (para aqueles que ainda não cursam a disciplina). Em cada categoria os estudantes podiam se inscrever de forma individual ou em dupla. Acadêmicos do curso de Design Gráfico da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) também foram convidados a participar do evento.

O desafio
Completando no próximo ano seus 50 anos de atividades, a proposta para a categoria Junior foi o de planejar um novo logotipo e a criação de um spot (comercial para o rádio e/ou para ilustrar imagens na televisão) para a Escola de Comunicação Social da UCPel. O prêmio para o vencedor – ou, no caso de dupla, os vencedores – será um certificado, troféu e uma viagem paga para um Curso na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de Porto Alegre.
Já para os Másteres, o compromisso lançado foi o de estruturar uma campanha para o lançamento da linha de refrigerante Guaraná da marca Sarandi. Como prêmio, além do certificado e um troféu, um estágio na agência de publicidade Martins + Andrade. No caso de duplas, o período de estágio na empresa será dividido por etapas. A agência é representante da marca Sarandi, em Porto Alegre/RS.

A avaliação
Para estabelecer critérios entre os trabalhos, o júri foi composto por cinco profissionais do mercado publicitário pelotense, que não possuíssem nenhum tipo de vínculo com a UCPel. A avaliação cumpriu com os seguintes critérios: adequação ao briefing, estratégia, criatividade, eficácia na comunicação da mensagem e apresentação. Se houvesse empate, os critérios adotados seriam: a média e a freqüência dos alunos durante as aulas na Universidade.

Em Compensação...
Mas, mesmo aqueles que não foram premiados tiveram a oportunidade de participar do debate 'Sobreposição’, realizado logo após a premiação, também no dia 19, no saguão do Campus II. Na ocasião, foi aberta uma discussão aos profissionais, alunos e professores das áreas de design e da publicidade com o objetivo de traçar semelhanças e diferenças destas duas áreas com atuações peculiares. Sobreposição integra o projeto experimental da acadêmica Patrícia Damasceno.


A 7ª Gincana da Propaganda é promovida pela Escola de Comunicação Social da Universidade Católica de Pelotas (Ecos/UCPel) em parceria com Outra Comunicação, Mais Propaganda, Insight, Idéia Comunicação, e conta com o patrocínio do Posto Cidadão Capaz e o apoio da ESPM, Pizzaria Nella Pietra, Seriarte, Agente UCPel e Express.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

O que será do amanhã?! O que será, que será?

Futuro




De acordo com a atual liberação do pólo da emissão das informações, ou seja, o receptor passa a usufruir do papel de emissor, tornando-se gestor e propagador da informação, creio que o futuro do jornalismo - e, evidentemente, do jornalista - estará cada vez mais nas mãos dos cidadãos. Estes atuarão com mais força no papel de fiscalizadores e contribuintes do material produzido pelos veículos de comunicação e assumirão significativa notoriedade, dependendo da proporção e repercussão de suas idéias. Mas, pensar no fim do jornalismo, ou na substituição de profissionais por contribuintes e abastecedores de informação é apostar numa visão apocalíptica da profissão frente ao atual cenário tecnológico promissor.

Explico-me. Quem vive e exerce a profissão está ciente de que quando se produz um material investigativo, ele adquire muito mais o valor de credibilidade ao estar fundamentado na visão de especialistas para discorrerem sobre os temas que compõe os fatos. Analisando, de uma forma simplista, as principais atribuições de um jornalista, devem ser – e a sociedade espera que assim sejam – imparcialidade, seletividade, ser dinâmico, consultor de fontes e de materiais, reprodutor da realidade, expondo todos os lados que configuram o fato. E tudo isso para que seu público, ao ter contato com a sua produção, construa as suas próprias conclusões, através da confiança depositada ao trabalho realizado.

Das informações geradas por cidadãos leitores e pessoas comuns, em sua maioria, elas são diretas, posicionadas sobre um determinado problema e embasadas em suas cargas de experiências/vivências, podendo ou não estar comprometida com a verdade/realidade, podendo ou não, estar creditada a fontes ou com os principais envolvidos ao fato.

Definições estas que sempre estarão claras e presentes na consciência daqueles que procurarem por uma informação, aonde quer que ela se encontre. Sendo assim, o cidadão e receptor comum vai procurar saber o que o blogueiro está reproduzindo sobre um determinado fato, mas também como ele estará repercutindo no jornal ou mídia de sua preferência.















Entre outras palavras, sempre haverá espaço e públicos para os dois tipos de veiculação e reprodução da notícia.

É o que, em termos de aproximação, acontece com as tevês comunitárias ou os veículos ditos alternativos. Por serem regionais e possuírem caráter mais próximo do seu tipo de sociedade, elas são em sua maioria realizadas por pessoas que não possuem nenhum tipo de formação, porém mesmo assim chamam atraem o público. Público este que não deixa de assistir e acompanhar a informação em um veículo jornalístico como o Jornal do Almoço, por exemplo.

Outros motivos






Por mais que o receptor emissor possa se manifestar, fiscalizar e dirigir a sua própria informação através da web, o sistema capitalista jamais contribuirá para que elas abandonem as suas próprias profissões e passem a assumir o papel do jornalista, que é o de checar e se envolver diretamente com os fatos que compõe a realidade, para depois publicá-los. Pois para isso, perde-se tempo, dinheiro.

E aqueles que ainda assim se dedicarem e proporem-se a realizar um trabalho de cunho jornalístico, se não ganharem destaque ao serem convidados a integrar os veículos de comunicação, ganharão quanto muito notoriedade e um número amplo de leitores/visitantes, podendo ainda servirem de fontes de consulta – com determinados grau e juízos de valor - aos profissionais da área.

Entre outras palavras, o emissor comum oferece uma nova leitura à informação, contribuindo para que profissionais aprofundem ainda mais os seus conhecimentos, refletindo isso em sua produção.

Concordo, em excelência, com a teoria que prega que os jornalistas exerceram o papel de arquitetos e organizadores das informações geradas na web ou por qualquer outra mídia. Porém, isso não é nenhuma novidade para aqueles que já atuam na área hoje, pois esta premissa já é uma exigência do mercado e vem há algum tempo sendo executada - com mais ou menos intensidade - por estes profissionais.

O que vejo com o amadurecimento e a transparência da informação em “postcad” na web, exposta pelos usuários comuns através de blogs e tantas outras ferramentas de colaboração GRATUITAS, não é uma interferência ou um rompimento ao trabalho jornalístico e sim uma influência e contribuição ao (re)nascimento de uma verdadeira opinião pública, por anos explorada pela mídia de forma tão utópica e sem valor.

A exemplo, podemos analisar o que ocorreu no início do mês de outubro com o apresentador Luciano Huck, que após ser assaltado publicou um desabafo em forma de um artigo veiculado em um jornal, sobre a insegurança vivida pelos cidadãos no país. Duramente criticado pelos leitores através de cartas aos jornais, fóruns e blogs exibidos na web, a repercussão das críticas foi tão rápida e tamanha que, uma semana depois - mais uma vez - o apresentador voltaria a ser contemplado com um espaço relevante – nas páginas amarelas da Revista Veja - para falar sobre as críticas sofridas e a sua visão da insegurança no país.

O que rendeu a entrevista amarela da Veja?!Fora outras centenas de comentários via web, absolutamente, nada. Ao ser questionado pela revista o que deveria ser mudado para aperfeiçoar a segurança o apresentador preferiu abster-se: “não sou indicado para falar sobre o assunto”. Mesmo assim, a repercussão de uma suposta opinião pública rendeu três páginas na revista.


Em suma

Por mais que sejam crescentes e ascendentes as ferramentas participativas, de gestão da informação, elas estarão integradas a um segmento do jornalismo, como tantos outros, em que o emissor comum influente e notório em suas deduções será contribuinte e elemento para a produção de informação. O “Webjornalismo Participativo” – ou o Open Source – em nada irá alterar a atual estrutura da profissão. Apenas se trabalhará com um número maior de fontes, opiniões e vertentes de um fato. A novidade fica por conta da repercussão que um trabalho desenvolvido por um profissional alcançará.

Portanto, sempre haverá públicos híbridos para as duas formas de disseminação da informação: aqueles que desejam se informar diretamente por fontes (cientes do não compromisso e veracidade dos fatos apresentados) e aqueles que vão querer se alimentar por profissionais que possuem a imparcialidade e compromisso com que produzem. O futuro que prevejo é: jornalistas alimentando as fontes abertas, e vice-versa.

O jornalismo participativo, não só no Brasil como no mundo todo, está em fase de ascendência, porém, eu, como futuro jornalista, o vejo ainda muito imaturo. Ferramentas dispostas na web parecem carecer de definições, aproveitamento e finalidade. Falta um consenso em relação à prática. Observo que em todos os sites de contribuição do cidadão, existem as mesmas fontes que os abastecem com a continuação dos mesmos fatos e mais: brincam de serem jornalistas. Só que em toda a brincadeira há regras que devem ser bem estabelecidas para que haja funcionalidade, e aí vai ser a hora de se perguntar se o participativo veio para ficar. Enquanto isso, os blogueiros ainda serão a melhor de repercussão da informação na web.

As Mídias

Se há tempos a mídia impressa já enfrenta o desafio de ser tão dinâmica e atual, assim como a televisão e a rádio são, com a web cada vez mais popularizada, a mídia impressa terá que se reinventar. Penso que, no futuro, ela deverá se valer de rigorosas e modernas ferramentas de trabalho – máquinas de impressão mais ágeis, jornalistas escrevendo suas matérias diretamente do local da informação (ok, isso já acontece hoje, mais essa premissa precisa ser mais dissiminada) – e promover novas formas de publicação da notícia.

Talvez, se pudesse prever o futuro dessa mídia, acredito que ela passaria a ter um caráter de matérias com ainda mais profundidade e com dias específicos de circulação – algo parecido com as revistas semanais. Mas antes, ela ainda poderia tentar algo como, duas ou três vezes por semana.

Isto devido a atual vida frenética, corrida das pessoas - que mal conseguem ter um horário no período matutino para si, o que dirá para ler 10% de tudo o que está presente no jornal. Quem sabe, o novo proposta seria estabelecer um novo horário para a entrega na casa das pessoas: ao invés do período matutino, o noturno. Porém, para isso seria exigido uma avassaladora mudança nas estruturas atuais das redações e dos instrumentos de trabalho dos jornalistas: cadastramento de notícias via web, produção noturna e matutina, fechamento de edição vespertino.

Em relação aos profissionais que alimentam a tevê e o rádio, creio que não ocorrerá nenhuma novidade: eles continuarão se pautando pela web e a complementando. Em termos de instantaneidade, o mesmo: notícias locais, a web se privilegiará deles, e em relação às notícias mais amplas, como país e mundo, a web será a principal fonte de consulta da informação.

Avaliação Heurística


- 15ª Atividade

www.bomdiacomunidade.com.brO jornal virtual da cidade do Rio Grande, segue a mesma linha publicada na versão impressa: é totalmente arcaico e sem expressão nenhuma. O jornalismo encontrado ali é tão ruim que no link onde fica "últimas notícias" e que deveria concentrar a sua dinamicidade, indo ao encontro com o uso de outras ferramentas, encontra-se escrito logo abaixo, como uma única notícia: "10h07min - Assinatura diária do Bom Dia! Faça agora a sua"O design da página é chamativo, porém as matérias são postadas na íntegra na página. Não há recursos de linguagens diferenciado, e tão pouco links que envolvam as matérias. Aliais não apresenta nenhum tipo de recursos.www.jornalagora.com.brSegue a mesma avaliação que fiz sobre o bom dia, com uma única diferença: é atualizado diariamente. Mas não aproveita nenhum recurso que a web dispõe. É sistemático, sem conteúdo atraente: as matérias são postadas no sistema e colocas da mesma forma no site. Não há nem linha de apoio, somente cartolas.

- A página virtual do Jornal Agora simplesmente joga as notícias na internet, sem torná-las com uma linguagem própria, característica ao veículo.- A maior observação fica por conta do "escanear a notícia". Nenhum dos elementos apontados em aula podem ser visíveis ali. Os espaços em branco entre os parágrafos da notícia não existem. Destaques para os elementos, também não. Ou seja, não há uma organização visível no texto. Só se percebe espaço quando há um novo subtítulo. Não há recursos multimídias e nem links.

Teste de Percurso - Daia Roldão


- 14ª atividade
- Teste de Percurso

>> Tarefas propostas para a colega Daiane Roldão





>> Entrar no site do Jornal Agora de Rio Grande:

1. Entrar nas edições anteriores, do dia 7/7/2007 e escolher uma das matérias que mais chamam a sua atenção.

Ela em seguida encontra a seção. Porém, perde muito tempo até voltar a edição escolhida, pois o site do jornal divide cada edição em uma capa do jornal em várias interfaces.

2) Procurar a área para entrar em contato com a empresa.
Ela em seguida encontra, pois afirma por várias vezes ter precisado da ferramenta, embora nunca tivesse obtido respostas.

3) Procurar a previsão para o outro dia.
Em seguida encontrou a ferramenta do tempo e soube como procurar a informação do outro dia.

4) Qual a data de fundação do Jornal?!
Na página há duas discrições que deixam o usuário confuso: Institucional - na qual não é um link - abaixo dela, está "A Empresa", na qual trazia a resposta. Dáia, naturalmente, clicou no primeiro link e não conseguindo resultado, clicou no segundo, onde obteve a resposta.

5) Achar a notícia da seção de esportes "Tricolor passa por período de avaliação" do dia 10 de outubro.
Mesmo tendo duas ferramentas de busca, a primeira já citada acima, Daia preferiu utilizar a segunda, retornando as notícias através da seção de esporte. E obteve êxito.

Primeiro Festival de Música da Ecos/UCPel abre alas para a Semana Acadêmica da Comunicação


Cachorro da Lua, Freak Brothers e Alma Roots, são algumas entre as 10 bandas para agitar o domingo do dia 4

- 13ª Atividade
- Atualizado em 30/10/2007




Depois de dois anos sem ocorrer uma edição da Semana Acadêmica da Escola de Comunicação Social da Universidade Católica de Pelotas (Ecos/UCPel) – a se desenvolver entre os dias 5 e 9 de novembro – um Festival de Música, organizado pelos próprios estudantes da Comunicação, promete abrir a Semana e agitar a comunidade universitária, com som de qualidade, no próximo domingo, dia 4.

Com transmissão ao vivo pela TV UCPel, dez bandas subirão ao palco do Teatro do Círculo Operário Pelotense (COP). Entre as confirmadas: Cachorro da Lua, Freak Brothers e Alma Roots. Além da transmissão ao vivo, a TV da Católica deverá realizar programas especiais com as bandas participantes. Com a cobertura, os idealizadores do Festival planejam em breve lançar um DVD com os shows e tudo o que rolou nos bastidores da festa. Se tudo der certo, a expectativa é de que em cada semestre se execute uma edição do Festival, até que se faça um evento em âmbito regional/estadual de faculdades de Comunicação.








O primeiro Festival da Ecos é resultado do projeto experimental do estudante Tiago Garcia em parceria com o acadêmico Solano Ferreira. “O festival oportuniza que se conheça a música que se faz aqui, dentro da universidade”, expõe Tiago. Garcia e Ferreira dizem que a idéia do projeto ocorreu pelos corredores, em um intervalo e outro, numa conversa entre os músicos da Ecos.

Para eles, a principal proposta do evento é “de abrir espaço para que os estudantes da Escola divulguem seus talentos musicais”. "Esperamos que além de mostrar a musicalidade e criatividade dos estudantes, role uma interação e amizade entre os participantes e o público", ressalta Garcia. O Teatro do COP está situado à rua Almirante Barroso, 2540.

Inscrições
Segundo os organizadores, podem se inscrever – gratuitamente - no evento bandas com no mínimo um integrante acadêmico do curso de Comunicação. A única exigência é de que a banda inscrita toque no mínimo três músicas próprias. Outras informações, entrar em contato com Thiago Garcia, pelo celular: 8421.4535.
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